Sobre o(a) Prefeito(a)
Filho de Antônio Francisco Massote e de Percília Carolina da Silveira Massote, nasceu em Campo Belo – MG, em 1º de Setembro de 1876.
Américo Massote foi casado com Maria Dasdores Massote, de cuja união nasceram doze filhos: José de Alvarenga Massote, Luzia Machado Coelho, Percília Massote Alvarenga, Antônio Lázaro Massote, Amélia Massote Reis, João Batista Massote, Rita Massote de Oliveira, Pedro Célio Massote, Américo Massote Filho, Maria Massote Pereira, Henriqueta Massote Felício e Salvador Massote.
Aos 40 anos de idade, através de Decreto datado de 3 de Setembro de 1916, assinado pelo Presidente da República, Epitácio Pessoa, foi nomeado Major Fiscal do 43º Regimento de Artilharia de Campanha da Guarda Nacional da Comarca de Campo Belo.
Após trabalhar por longos anos como agropecuarista e comerciante, passou a exercer a função de advogado provisionado. A advocacia administrativa era permitida naquele tempo dada à escassez de advogados titulares. Américo Massote recebeu no início doas anos 30, a permissão do Tribunal da Relação do Estado de Minas Gerais para exercer a profissão de advogado provisionado no território do estado de Minas Gerais. Foi um dos mais antigos advogados provisionados do Estado, exercendo a função por 25 anos.
Em 26 de Fevereiro de 1932, foi nomeado Prefeito Interino do Município de Campo Belo. A nomeação foi assinada pelo vice-governador do Estado de Minas Gerais (à época Vice-presidente do Estado de Minas Gerais), Gustavo Capanema, na gestão do governador Olegário Maciel.
Américo Massote era tio do Dr. José Otaviano Neves (professor da Faculdade de Medicina do Estado de Minas Gerais) e do Dr. Osvaldo Neves Massote (redator do Diário da Tarde, na capital mineira).
Faleceu em Campo Belo, em 05 de abril de 1944, aos 68 anos de idade.
Conforme noticiou o Jornal Estado de Minas, de 15 de abril de 1944: “o enterro do Major Américo Massote, ao qual compareceu toda a população de Campo Belo e ainda inúmeras pessoas das localidades vizinhas, constituiu eloquente demonstração da real estima que ele gozava na sua terra e da justa admiração que, por suas qualidades morais e a sua atuação como cidadão e chefe de família exemplar, lhe era tributada por todos que o conheciam”.